12/19/2011

Festival Promessas Rede Globo Completo em 18/12/2011


 

O Festival Promessas, exibido pela TV Globo às 13h domingo 18/12/2011, fez com que a emissora alcançasse quase o dobro da sua audiência no horário, liderando o Ibope.

O grande show gospel que foi gravado no dia 10 DE DEZEMBRO , no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio, alavancou a audiência em 13 pontos (cada ponto equivale a 58 mil aparelhos de tv).

A marca do mesmo horário no domingo anterior era de apenas 7 pontos.

Festival Promessas celebra música evangélica no Rio de Janeiro

Diante do Trono e Fernanda Brum foram algumas das atrações. Evento reuniu cerca de 20 mil pessoas neste sábado (10), no Aterro. 

Os vários estilos do segmento musical evangélico brasileiro encontraram-se neste sábado (10), no Aterro do Flamengo, no Rio, na primeira edição do Festival Promessas. Diante do Trono, Regis Danese, Damares, Fernanda Brum, Ludmila Ferber, Eyshila, Davi Sacer, Pregador Luo e Fernandinho apresentaram-se por quase 8 horas, entre as 14h e 21h30, para um público estimado em 20 mil pessoas pela Polícia Militar.
Diante do Trono no Festival Promessas (Foto: Alexandre Durão/G1) 

Foi início de uma jornada em que se revezaram músicos de diferentes estilos. O hip hop do Pregador Luo abriu a tarde chuvosa no Aterro do Flamengo. A ele seguiram-se o animado pop rock de Regis Danese e o mesmo estilo, com mais peso, apresentado por Fernandinho. Ludmila fez um show com pegada roqueira, enquanto Diante do trono traz praticamente um sermão musical. Os estilos variaram, mas o tema foi sempre o mesmo, com todos unidos pelo mesmo apelo religioso. 

"O nome do festival veio a calhar. Porque é realmente a promessa de Deus se cumprindo e se concretizando. Eu fico muito honrada de participar deste projeto histórico", disse a cantora Damares, pouco depois de se apresentar. 

Com um som mais pesado do que a maioria dos outros participantes, o show de Fernandinho foi um dos destaques e o que mais fez a plateia dançar. A forte base instrumental da apresentação se somou o coro entusiasmado da plateia que, nos momentos mais agitados, saltou ao ritmo da música. 

Num outro momento marcante do festival, Davi Sacer fez o público dançar indo para a direita, esquerda, para frente e para trás, obedecendo à letra de "Toda sorte de bênçãos". Antes dele, Fernanda Brum trouxe hits como "Cura-me" e recebeu Luo no palco para apresentar "Pavão Pavãozinho". 

Sacer entregou ao Diante do Trono, a última atração, uma plateia que cantava cada verso e reagia a cada gesto vindo do palco. O clima do show foi de louvor. Ana Paula Valadão, que também é pastora, fez seu sermão em pequenos trechos no meio das músicas, e cantou boa parte do tempo com os olhos fechados.

No encerramento da noite, o mestre de cerimônias Serginho Groisman apresentou uma "surpresa": as atrações do dia se juntaram para cantar "Alto preço", canção em que figura o verso "Com nossos olhos em Cristo, unidos iremos cantar". Sob aplausos, os artistas puxaram um coro de "Jesus", fechando o festival. 

O evento será transformado em um especial de TV e fará parte da programação de fim de ano da TV Globo. O programa irá ao ar no dia 18.

Fonte: G1

5/20/2011

A Educação Cristã e a Moral – 1ª Parte

“Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.” Provérbios 22:6.

Não é fácil tratar educação sem olharmos esse príncipio bíblico, pois estamos na era da informação, onde tudo compete com os ensinamentos dos pais. Apesar de enfatizar que muitos educadores nao tem uma formação crista adequada para lecionar a nossos filhos, não temos feito nada para mudar esse quadro e olhamos pacivamente a educação moral crista ser suprimida pelas falacias de altores e pensadores que não tinham ou não tem compromisso com a formação moral do cristão . Vemos então a moralidade cristã sendo sufocada na imoralidade que a sociedade esta vivendo. Temos que tomar muito cuidado porque o povo do Senhor esta perecendo por não procurarem aprender de Deus para educar seus filhos, como já profetizava Oséias:

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” Oséias 4:6

A Bíblia Sagrada dá um aparato todo especial para educarmos nossos filhos com os ensinamentos nela propostos. Temos o maior pedagogo e psicólogo da história mundial, registrado em suas páginas, Jesus Cristo. Psicólogos e psicoterapeutas buscam na metodologia de Jesus contribuição para ajudarem seus pacientes a superarem crises existenciais que Jesus superou só com palavras.
Vemos, pois com preconceito a questão educacional tradicional, mas nós mesmos difundimos esse tipo de educação. Não gostamos de ir à Escola Dominical e quando vamos só ouvimos os professores passarem as informações e não os questionamos, ficamos nos restringindo ao que os autores depositaram no papel e na prática esperamos que as coisas aconteçam naturalmente, mas sabemos que a partir do momento que amamos nossos filhos, procuramos fazer algo a respeito, se amamos primeiro, nos corrigimos e depois nos interamos de tudo que concerne à palavra de Deus para ajudarmos nossos filhos. Temos que saber dar boas coisas aos nossos filhos, assim como nosso Mestre nos ensinou:


“Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhas pedirem?” Mateus 7:11

João fala da necessidade de conhecermos a Deus para podermos vencer as investidas do maligno, que são terríveis, principalmente contra lares que seguem o propósito do Senhor Jesus Cristo, advertindo aos pequenos, aos pais e aos mais jovens a buscarem conhecimento, e que esse conhecimento seja permanente em seus corações.

Eu vos escrevi, meninos, porque conheceis o Pai. Eu vos escrevi, pais, porque conheceis aquele que é desde o princípio. Eu escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno. 1 João 2:14


A responsabilidade da educação é da Família. De que educação então estamos falando? No convívio com pais de alunos tive que me render a alguns argumentos, às vezes sem sentido e às vezes contundentes, visto que o conceito de família na sociedade atual esta bem confuso, pois estamos vendo na integra a decadência da moral e da ética familiar, mães que fazem as duas funções ou vice-versa.
Quantos aos argumentos dos pais a respeito da educação de seus filhos, ouvi muitos dizerem que não tem tempo para acompanhá-los, por que trabalham muito, outros deixam a educação para os professores que além de ensinar acabam tendo que educar, isenta-se de uma dádiva que Deus lhe deu, isto é lamentável, pois perdem com isso uma fase muito importante no crescimento de seus filhos, porém da mesma forma que o Senhor Deus te deu ele um dia vai requerer. Mesmo que você venha negar ou negligenciar existência de um filho para educar, fique ciente que a responsabilidade de fazê-lo é sua, Deus não tem ninguém por inocente.

“Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,” Provérbios 1,8

Estamos instruindo os nossos filhos a se portarem bem e darem testemunho de Cristo na comunidade em que vivem? ou estamos se compromentendo demais com os afazeres e deixando o que é de Deus para o segundo plano? Como já foi mencionado o principal responsável pela educação na sociedade atual é a família. Entao fica claro que isso reflete tambem na sociedade e explica a inversao de valores. Pais deixando tambem que os colegas de escola sejam a influencia educadora de seus filhos, não procuram saber quem são seus colegas e professores. Pais se comprometam mais com a educação de seus filhos e não deixe que seus filhos pereçam, mas dê um basta, para que eles possam ver a glória de Deus na sua vida, pois você é exemplo, você é o espelho, você é pastor de seu filho e o bom pastor da a vida pelas suas ovelhas.

“...o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” João 10:11

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para o meus caminhos”Salmos 119:105

Que possamos ter a palavra de Deus como a única fonte eficaz de conhecimento para salvação...






Fábio Júnio Vieira
Licenciado em Pedagogia.
Professor de Escola Biblica Dominical
"Igreja A Palavra de Cristo para o Brasil.

1/11/2011

Como vai seu coração?

Psicóloga diz que presença dos pais e educação cristã são fundamentais para evitar conflitos

Relacionamento. Essa é uma palavra presente na vida de todos os seres humanos, independentemente de faixa etária, sexo e raça. Tudo começa dentro do lar. Os pais e familiares próximos são as primeiras pessoas com quem o indivíduo estabelece laços afetivos. Anos depois, a criança começa a se relacionar com coleguinhas na escola, na igreja e na vizinhança. O tempo passa e esse indivíduo se depara com uma complicada situação: sua vida sentimental.

Geralmente, na pré-adolescência, o menino e a menina se enxergam de forma diferente. O primeiro já não quer mais jogar bolinha de gude ou brincar de carrinho. E a segunda não quer mais saber das bonecas, nem das brincadeiras de casinha. Tudo começa a ficar estranho. Quando ela olha para o vizinho, seu coleguinha há anos, sente um frio estranho na barriga. No caso dos meninos, aquela colega de turma deixa de ser a chata para ser a linda, e não é nada agradável admitir que sente o coração bater mais forte assim que a vê.

Momentos de adaptação

Toda mudança exige uma adaptação. É necessário um preparo. O jovem, no entanto, não estudou durante a infância sobre como lidar com seus sentimentos, até porque não é assim que acontece. E esse despreparo, às vezes, se torna um fardo pesado. Em alguns casos, jovens evangélicos encontram dificuldade de compreender o assunto porque nunca conversaram sobre isso com seus pais, líderes de escola bíblica e pastores. O tema complica ainda mais quando, sem respostas, o jovem começa a namorar e inicia o novo relacionamento sem saber como fazê-lo.

Para a psicóloga clínica e escolar Elaine Cruz, autora do livro “Namoro é + Sexo é –” (foto) O que Somar? Quando Subtrair?, publicado pela MK Editora, a época em que vivemos é privilegiada, já que podemos desfrutar de um progresso tecnológico que inclui telefones celulares, computadores e Internet. Segundo Elaine, todo o mundo está conectado em uma, agora, aldeia global. A facilidade da informação é positiva, mas aumenta a responsabilidade do jovem, que necessita de mais conhecimento para enfrentar, por exemplo, o competitivo mercado de trabalho.

De acordo com a psicóloga, além das descobertas que o jovem passa no seu processo natural, ele tem que se dedicar para ser bom na escola, no curso de idiomas, de informática e no pré-vestibular. A pressão é grande e muitos procuram meios para fugir da responsabilidade. É nesse ponto, que, segundo Elaine, a educação dos pais com base na Palavra de Deus é importante. Normalmente, jovens que não contam com esse apoio tomam o rumo das drogas, do sexo e da violência.

A especialista explica que a violência é estimulada em filmes e desenhos animados. Já a pornografia, desde o início de 2000, está cada vez mais comum em revistas, longa-metragens, na televisão e, principalmente, na Internet, com o crescimento do número de sites eróticos e chats de encontro.

Importância do limite

Com a propagação do erotismo, o jovem tem sido doutrinado pela mídia a praticar relações sexuais o quanto antes. Segundo Elaine, o resultado disso é a dura realidade de moças e rapazes contaminados por doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a Aids, e adolescentes grávidas, que não têm maturidade para cuidar dos seus bebês ou que optam pelo aborto.

Para Elaine, o fácil acesso à informação é ótimo, porém, como tudo, deve ter limites. Os pais devem saber o que os filhos, ainda pequenos, têm assistido na televisão, os sites que têm visitado na Internet e o andamento da criança na escola, incluindo, nesse ponto, as amizades. A presença dos pais no crescimento dos filhos é fundamental para que eles aprendam a fazer escolhas. De acordo com a psicóloga, todo relacionamento está ligado em saber dizer sim ou não.

Mas o que isso tem a ver com a vida sentimental do jovem? Segundo Elaine, tudo. "As decisões amorosas são as mais difíceis. Ultimamente, as pessoas têm vivido relacionamentos cada vez mais curtos. Alguns envolvimentos são tão rápidos que nem o nome de relacionamento podem receber", dispara. Elaine explica que a maioria dos jovens não namora, mas “fica” com alguém durante um pequeno tempo. Às vezes, em uma noite, o casal se beija, mantém relações sexuais, porém mal se conhece. Não se sabe nada sobre o outro, nem mesmo nome ou idade.

Esse comportamento pode ser resultado do medo de uma decepção. Para Elaine, os jovens estão cada vez mais perdidos quando o assunto é namoro, principalmente aqueles que valorizam os ensinamentos cristãos. As pessoas não sabem quem namorar, como namorar, que limites impor e se devem ou não praticar sexo antes do casamento. Esses e outros questionamentos podem ser evitados se o assunto não se tornar um tabu e for tratado pela família com sabedoria. Com relação a isso, Elaine ressalta que esse é o objetivo do livro que escreveu, direcionado não só ao jovem, mas aos pais, que devem ter respostas para as dúvidas de seus filhos.

“A proposta é ampliar o conhecimento do jovem sobre o namoro, discutindo o assunto de forma direta e transparente. A maioria dos exemplos e questionamentos apresentados no livro foram retirados de situações de consultório e palestras. O objetivo é mostrar ao jovem cristão que ele pode resolver seus conflitos sentimentais respeitando os limites impostos por Deus e pela sociedade”, finalizou a especialista.

Fonte: Portal Elnet

Você é mesmo feliz? Parte I

O que a bíblia fala sobre felicidade


Por Oziel Alves e Priscila Gorzoni
Revista Enfoque Gospel

O que faz alguém feliz? Ter muito dinheiro no bolso, servir a Jesus, passar no vestibular, se casar ou simplesmente ver um pôr do sol? Pode até parecer simples tentar definir felicidade, mas não é. “Felicidade pode se referir a uma aspiração, uma esperança ou ideal, em que não haja sofrimento, privações e frustrações. O nosso desafio é o desenvolvimento, a autonomia, descobrirmos ‘qual é a nossa’, o que temos de essencial e original. Isso irá nos dar autonomia e liberdade para nos realizar, nos satisfazer e nos deixar mais em harmonia com o que somos de fato”, reflete Oswaldo Ferreira Leite Netto, médico psiquiatra, diretor técnico do Serviço de Saúde e Psicoterapia do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Esse sentimento que há tantos anos persegue o ser humano não vem como um “pacote pronto”. A felicidade se constrói a partir da capacidade que cada pessoa tem de interagir com os aspectos positivos e negativos da sua própria história de vida e realidade. “A pessoa feliz é aquela que aprendeu a lidar com seus problemas, limitações, mas sobretudo acredita nas suas potencialidades. Deus nos dá a cada manhã a possibilidade de novas realizações. Por isso, precisamos ter coragem de reescrever nossa história de vida com capítulos de felicidade, apesar de possíveis dissabores”, exemplifica Sérgio Fonseca, psicólogo clínico e pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana do Fonseca, em Niterói, Rio de Janeiro.


A BIOLOGIA DA FELICIDADE

A descoberta da localização da felicidade no cérebro se deve ao professor de psicologia e psiquiatria Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Davidson relatou que esse sentimento concentra-se na cinzenta, uma região conhecida como lobo temporal esquerdo, também responsável pelo aprendizado, linguagem e decodificação dos sons.

Davidson chegou a essa conclusão após medir com eletrodos a atividade cerebral de monges budistas em meditação. Quando alcançavam o estado de bem-estar absoluto, a atividade elétrica no lobo temporal esquerdo disparava. Dessa forma, o pesquisador provou que ser ou estar feliz é biológico.

O caminho da felicidade dentro do cérebro é interessante. O nervo óptico transforma em impulsos nervosos a imagem captada pela visão. Em seguida, o córtex visual decodifica a informação e a envia para o tálamo, que é responsável pelas emoções. Depois o hipocampo compara as informações recebidas com as arquivadas como se fossem arquivos de disquetes.

A situação vivenciada é associada com recordações e lembranças vividas em momentos anteriores. Na amígdala, a informação recebe um conteúdo emocional com base nessas associações positivas, resultando em uma sensação de euforia. Depois de percorrer várias partes do sistema límbico, retorna novamente pelo tálamo. Quando os impulsos chegam ao córtex pré-frontal, são analisados racionalmente. Misturam-se emoção e razão, que são enviados para o septo, no sistema límbico. Lá se forma a intensa sensação de alegria.

No dicionário de Língua Portuguesa, a palavra felicidade possui várias definições: qualidade ou estado de feliz, ventura, contentamento, bem-estar e bom êxito. O nome felicidade, curiosamente, foi dado pela primeira vez pelos antigos gregos por volta do século 7 antes de Cristo. Naquela época, a palavra já carregava sua complexidade e ganhou vários sentidos dentro das linhas filosóficas. Para Tales de Mileto, não era possível distingui-la do prazer sensual e da saúde física. Já para Platão, ser feliz é ser virtuoso, e esse sentimento só seria alcançado se moral e deveres fossem cumpridos. Para Aristóteles, ela era o objetivo último da humanidade e só viria através de uma vida virtuosa. Mais tarde, São Tomás de Aquino, filósofo cristão da Idade Média, definiu a felicidade possível apenas quando em comunhão total com Deus.

A partir do século 17, a felicidade volta a ser vinculada ao prazer como era na Grécia antes de Platão. Já no século 19, John Stuart Mill proclama felicidade como sendo possível através de circunstâncias objetivas. Enquanto o alemão Immanuel Kant a vê como inatingível, já que depende da realização de todas as necessidades e inclinações dos seres humanos. No século 20, os filósofos passam a dar pouca importância ao tema e a felicidade só é retomada com mais afinco a partir de Sigmund Freud, austríaco e criador da psicanálise. Para ele, o conjunto das atividades psíquicas tem o propósito de proporcionar prazer e evitar o desprazer.

Anne Caroline Silva considera como felicidade a satisfação de seus desejos e vontades, mas acrescenta que mesmo a adversidade traz algo que pode ensinar a se tornar melhor e mais forte

Atualmente, o médico e psiquiatra Flávio Gikovate tem se dedicado ao tema e o trata em seu novo livro Dá pra Ser Feliz... Apesar do Medo, da MG editores. Na obra, Gikovate define a felicidade como dependente da capacidade de viver em paz pelo maior tempo possível. O autor vai mais longe e considera a questão complexa, pois está ligada a uma disposição inata, ao contexto socioeconômico, cultural, e a quanto alguém é capaz de evoluir emocionalmente. “Aceitar a incerteza que nos cerca, compreender como pode nos favorecer ou prejudicar, absorver o mais rapidamente possível os acontecimentos adversos e manter uma disposição positiva em relação ao futuro, já que ele também pode nos reservar acontecimentos ótimos, é um indicador de maturidade emocional, porque cria condições para sermos mais felizes”, explica Gikovate.

Fonte: Portal Elnet