10/15/2009

Flexibilidade Doutrinária: Enfraquecimento da Igreja

Heitor Alves

Inevitavelmente a principal causa do enfraquecimento da igreja é a sua atitude leviana em relação à doutrina. O desleixo e a negligência moral é a conseqüência de um desprezo pela doutrina sólida. A flexibilidade doutrinária, principal característica do liberalismo teológico, tem sido a desgraça na vida da igreja. A igreja perde o seu caráter de igreja e se transforma em uma mera instituição sem forma. Não há características, nem formas, nem conceitos, nem identidades. É como a água que se molda de acordo com o recipiente. Justa a doutrina que é o “tônico” espiritual para o robustecimento da fé. A negligência numa doutrina firme e inflexível torna a igreja desnutrida e raquítica. A igreja deve atentar por princípios que garantam a sua estabilidade e espiritualidade. Não havendo estes princípios, a igreja perde a sua finalidade e entra num caos.

Todos os aspectos da igreja são enfraquecidos quando é adotada uma atitude negligente com respeito à doutrina. Não havendo doutrina, perde-se o interesse nas coisas espirituais, trazendo terríveis conseqüências na vida moral da igreja. Torna-se apática e perde-se a noção dos seus deveres. Ficando inerte, não exerce mais a sua influência como sal da terra e luz do mundo. Não aje mais disciplinadamente para com seus membros e entrega a igreja a atitudes e comportamentos ímpios e mundanos.

A igreja deve ir atrás de uma estrutura doutrinária bem sólida. Esta estrutura deveria ser o ponto de partida para dar início ao funcionamento de qualquer igreja. Procurar se posicionar diante de uma corrente doutrinária bíblica é imprescindível se queremos nos afastar das similaridades encontradas entre a igreja e o mundo, visto que os deveres cristãos (principal marco divisório entre o comportamento cristão e o mundano) são cumpridos com base em convicções doutrinárias inflexíveis.

Precisamos rejeitar qualquer formulação de um sistema doutrinário amoldado às disposições subjetivas e tendenciosas de cada pessoa, lutando em favor da existência de uma igreja fiel e de convicção doutrinária irredutível. Rejeitar a idéia de "cada pessoa tem a sua verdade", mas proclamar a Verdade Absoluta das Escrituras.

As práticas ecumênicas são as principais defensoras de uma teologia flexível, visto que ela não permite um dogmatismo rígido por ser prejudicial à unificação de todas as crenças. É preciso agradar a todos adotando uma posição dogmática que reúna todos os sistemas doutrinários em um só lugar.

E porque o ecumenismo enfraquece a igreja? Ela mancha a evangelização. Ao contrário do que se diz, o enfraquecimento da evangelização está exatamente no liberalismo dos que aceitam o ecumenismo, deixando de lado a pregação pura do evangelho que liberta o pecador do inferno e passa a aceitar a apresentação de um evangelho social. Ao colocarmos a doutrina de lado, não há razão para pensarmos na obra missionária. O que é evangelho senão as boas novas de salvação? A proliferação das idéias ecumênicas tem colocado a igreja numa “área de conforto”, onde descansa profundamente experimentando o seu comodismo.

Uma igreja assim não se preocupa com a evangelização, porque considera todos como cristãos. “Todos são filhos de Deus!”, “Todos os caminhos levam a Deus”. Por isso não importa se ela está na igreja “A” ou na igreja “B” ou até mesmo sem igreja. Todos serão alcançados pelo Deus amoroso, bondoso e que tem pena de todos! Para quê tanta rivalidade! Qual é o problema de padres pregarem em igrejas evangélicas ou pastores subirem a um púlpito católico? Vivamos o clima de compreensão e cordialidade!!!

Essa é a atitude flexível quanto aos dogmas. A apologética é jogada no lixo, e a apresentação de Deus limita-se apenas a apresentação de um Deus paternal. “Tem de haver, neste caso, o sacrifício da doutrina, porque a sua apresentação integral promove divisões”. Prega-se a igualdade de todos os homens em relação a Deus, não levando em conta o credo que professam e nem o estilo de vida que vivem. Não se prega mais aquela teologia que ensina que para ir a Deus é preciso uma transformação radical na vida espiritual da pessoa.

Comumente é feito uma distinção errônea entre o evangelho e a doutrina. Segundo o conceito bíblico, evangelho é doutrina! A negação das doutrinas fundamentais do cristianismo é a negação do evangelho. Ao abandonarmos o conservadorismo bíblico, ficamos mais próximos dos liberais e modernistas, diminuindo a ênfase numa teologia sólida e flexível e tornando a igreja numa instituição sincretista, mistura de concepções religiosas heterogêneas.

Com a flexibilidade teológica, a igreja perdeu de vista a sua força influenciadora para a preservação da sociedade. A igreja não influencia mais na sociedade. Não tem mais voz! A sociedade prega a decadência do casamento e a igreja fica calada. A sociedade manifesta a sua ira usando a força e a anarquia contra os governantes descompromissados e a igreja fica calada (quando ela não atua junto coma sociedade!). Não se ora mais pelos magistrados civis, até porque não existe mais a doutrina de que Deus constituiu os magistrados civis para serem respeitados e obedecidos.

A flexibilidade doutrinária enfraquece também a igreja na sua vida moral. A boa doutrina é o princípio de uma vida correta. A doutrina faz a vida. Ela rege a nossa prática. O abandono de certos preceitos morais torna a igreja relaxada em receber os candidatos á profissão de fé, sem investigar o estilo de vida vivido pelo candidato. Faz vista grossa à prostituição e aos diversos tipos de imoralidade. Recebem em seu meio pessoas adúlteras e abraçam aquelas que estão entregues aos vícios da vida. "Venha a Deus como você está!", "Deus aceita você como você é!". Não existe mais aquela teologia que ensina que o homem não pode ir até Deus com seu pecado porque Deus não se agrada do seu pecado. Não existe mais a doutrina do pecado ou do inferno. Nada mais do que óbvio: se jogaram fora a doutrina bíblica, o combate ao pecado foi junto.

Essa é a principal arma que o diabo usa para destruir a Igreja de Deus. Ele não se cansa de batalhar até ver as ruínas da Comunidade dos Santos. Não se cansa até ver a sociedade mundana mastigando e engolindo, pouco a pouco, as estruturas do Corpo de Cristo. Se tivéssemos a idéia da destruição que a igreja está sofrendo, defenderíamos com o mesmo grau de vigor que o diabo tem atacado.

Este momento é o momento que exige uma posição doutrinária convicta e destemida. Os púlpitos conservadores devem falar constantemente dos ideais da igreja e do seu papel na defesa intransigente da Palavra de Deus.Precisamos doutrinar esta geração e repetir as atitudes dos nossos pais na fé na luta por uma pregação bíblica fiel, doa a quem doer. Precisamos manter crentes fiéis e inflexíveis na teologia e moldar outros para não serem levados por todo vento de doutrina. Que os conselhos sejam mais criteriosos na avaliação de novos membros. Que os nossos seminários teológicos sejam mais cuidadosos na hora de aprovar algum candidato ao sagrado ministério. Que os nossos presbíteros sejam mais atentos ao receber novos ministros de outras denominações. Que as nossas igrejas sejam mais rígidas e rigorosas na exigência de uma profissão de fé anti-maçônica, anti-pentecostal, anti-arminiana e anti-liberal.

Que os nossos púlpitos conservadores e reformados sejam verdadeiras cátedras, de onde são ensinadas as antigas doutrinas da graça, doutrinas fundamentais da Palavra de Deus. “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10).



Fonte: Eleitos de Deus

9/13/2009

O que teria feito um pregador moderno? - Paul Washer



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Pregação Chocante (Paul Washer)

Paul Washer prega uma Mensagem Chocante em uma Conferência de Jovens sobre Evangelismo.




7/13/2009

Será que o púlpito é lugar de mulher?

Ministério Pastoral Feminino em debate
Rev. Marco Antonio de Oliveira

Após participar de vários debates sobre a autenticidade e biblicidade do ministério feminino, em especial no que tange à ascensão da mulher ao ministério pastoral, resolvi escrever sobre o assunto. Ainda que eu entenda que, no atual momento histórico da Igreja, este tipo de discussão não devesse mais ser alvo de nossa atenção, lamentavelmente, ainda encontramos, entre os setores evangélicos mais conservadores, uma enorme dificuldade na aceitação do ministério pastoral feminino. Devido a isso, sinto-me impulsionado a escrever sobre o assunto.

I.Deus comissionou tanto o homem quanto a mulher.

Ao lermos o relato do livro de Gênesis, percebemos que Deus não somente comissionou o homem. Está claro no texto que Deus delegou tanto ao homem quanto à mulher, ambos criados a sua imagem e semelhança (cf. 1.27), uma missão. Disse-lhes Deus: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.” (1.27).

Isso significa afirmar que tanto a mulher quanto o homem estão em igualdade de direito e honra diante de Deus. São filhos queridos do grande criador de toda a terra. Ele, que tem o domínio pleno, foi quem estabeleceu que tanto a mulher quanto o homem exercessem domínio sobre a terra. Um domínio que não fosse tirano ou subjugador das espécies que habitavam sobre a face da terra. Ao contrário, somos chamados para exercer uma missão de protetores, de cuidadores da obra de Deus.
Se ambos têm a imagem e semelhança de Deus, e são por Ele comissionados, ambos estão aptos para servirem a Deus com integridade e totalidade.

II. O ministério pastoral é para aqueles/as que são chamados/as por Deus.

A ideia errônea de que Deus separou o ministério pastoral somente para o homem parte de uma concepção equivocada sobre o papel e o valor da mulher perante Deus. Essa concepção parte do princípio de que a mulher, por ser auxiliadora do homem (cf. Gn 2.18), não tem direito ou condições de ministrar como pastora diante de Deus. Essa é uma postura pequena acerca da obra divina, uma postura que não consegue perceber em Deus um ser que ultrapassa nossos perecíveis conceitos e paradigmas controversos.

Deus não está sujeito às minhas convenções. Ele é quem é o Senhor de toda a natureza, toda a terra e universo. Ele tem poder para estabelecer e derrubar reinos. Ele tem poder para conceder autoridade tanto às mulheres quanto aos homens.

O ministério pastoral é concedido pelo Espírito Santo, àqueles/as que Ele mesmo separou. Então, devo entender o ministério pastoral como um dom que é concedido pelo Espírito Santo que, segundo o apóstolo Paulo, concede dons àqueles/as a quem Ele quer. Ele, o Espírito Santo, é livre e soberano sobre a Igreja.

III.O ministério pastoral é um dom concedido pelo Espírito Santo.

O texto de 1Cor 12.1-11 nos ensina que “há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo”. Afirma, também, que “Deus é quem opera tudo em todo”.

Se entendermos o ministério pastoral como um dom, um serviço concedido pelo Espírito Santo à Igreja, percebemos que Deus, segundo o seu Espírito, pode concedê-lo tanto aos homens quanto às mulheres. Pois, segundo o mesmo texto relatado acima, “a manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando a um fim, um proveito”. O texto ainda afirma que: “mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um individualmente”.

Precisamos estar atentos ao texto do apóstolo Paulo, escrito aos romanos, quando ele nos ensina que fazemos parte de um só corpo, e somos um mesmo corpo em Cristo Jesus (cf. Rm 12.4-5).

Vejamos o texto na íntegra:

“Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Porque assim como, num só corpo, temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim, também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo, e membros uns dos outros, tendo, porém, diferentes dons, segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministérios (aqui se incluem todos os serviços prestados na obra de Deus, inclusive o ministério pastoral), dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina [...]; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria.” (Rm 12.3-8).

Aprendemos que os dons são concedidos pelo Espírito Santo à Igreja, levando-se em consideração a soberana vontade de Deus e as necessidades do corpo de Cristo. Ora, os dons não são concedidos, levando em consideração o gênero masculino ou feminino, mas, sim, a vontade de Deus e as necessidades da Igreja. Sendo assim, não há nenhum impedimento que uma mulher receba o dom do ministério pastoral, dom de serviço, dom de presidência.
Se acreditarmos que há impedimento por parte de Deus em conceder alguns dons aos homens e outros distintos às mulheres, ou que somente concede dons para homens ou para mulheres, estaríamos afirmando, indiretamente, que Deus faz acepção de pessoas, fato que não é verdadeiro. Deus concede dons à sua Igreja, para sua honra e glória.

IV.A crítica da ausência do substantivo feminino do texto original.

Os opositores do ministério pastoral feminino usam, dentre outros, o argumento de que nos textos do Novo Testamento, em nenhum momento, é usado o substantivo feminino em relação ao ministério pastoral. E, devido a isso, os mesmos afirmam que não há base bíblica para o ministério pastoral feminino na Igreja. Ora, todos sabemos que a língua grega, língua usada na elaboração dos textos paulinos e outros, assim como a língua portuguesa, são línguas que dão preferência ao uso do gênero masculino. Sendo assim, raramente encontraríamos nos textos o uso da expressão pastora em detrimento da expressão pastor; a expressão mestra em detrimento de mestre; ou diaconisa como preferência ao uso da expressão diácono.

Porém, a ausência de expressões do gênero feminino para designar pastoras ou profetisas nas cartas de Paulo não pode ser visto como um impedimento para que a Igreja atual, que vive em uma outra circunstância histórica, onde a mulher, sua importância, capacidade e vocação são destacadas, não consagre pastoras ou episcopisas. Entendo que Deus não faz distinção de gênero. Ele não fez uma aliança somente com os homens (varões), mas com todas as pessoas que vieram até Ele por intermédio de Jesus Cristo.

Os opositores do ministério feminino deveriam usar o mesmo critério para negar a possibilidade de ascensão das mulheres no exercício de outras funções na Igreja, visto que também não encontramos no Novo Testamento termos como: professora de Escola de Dominical, Diaconisa, Profetisa (não encontrados nas cartas pastorais), cantoras, mulheres dirigentes de corais, de congregações, missionárias mulheres evangelistas, etc.

Vale destacar que, na época em que os textos bíblicos foram escritos, não se tinha noção de linguagem inclusiva ou de uma linguagem de cunho não sexista.

A oposição ao ministério pastoral feminino é mais percebida entre os pentecostais clássicos e evangélicos tradicionalistas. Por que estes grupos não se opõem ao fato de que mulheres são batizadas com o Espírito Santo, em suas reuniões (falo dos grupos pentecostais), visto que também a Bíblia não relata nenhum episódio dessa natureza relacionado diretamente ao sexo feminino? Por que não se opor ao fato das mulheres terem o dom de variedade de línguas, visto que também o texto bíblico quando fala deste importante dom e outros (cf. 1 Co 12.8-11) usa uma expressão que está no masculino e não no feminino? Ex: a outro, no mesmo Espírito, dons de curas [...] a um, variedade de línguas, etc.

Repito, o fato de não encontrarmos a expressão pastora no texto bíblico do Novo Testamento não consiste num impedimento para a consagração de mulheres ao ministério pastoral. Se Deus as chamou e as capacitou, quem somos nós para nos opormos à vontade soberana de Deus, visto que não há nenhum texto bíblico que proíba a consagração de mulheres ao ministério pastoral.

Um outro fator que deve ser levado em conta, quando lemos os textos bíblicos, está relacionado com o momento histórico em que Igreja do primeiro século estava inserida, momento que difere grandemente do nosso. Hoje, as mulheres estão cada vez mais ocupando seus espaços junto à sociedade. Por que isto não ocorreria na Igreja?

Logo, não há nenhuma base bíblica para negar a autenticidade do ministério pastoral feminino. Como já afirmei acima, o Espírito Santo concede dons às pessoas como lhe apraz.!

A Igreja é chamada para romper com as tradições que tanto impediram os fariseus e saduceus de entender a revelação de Deus através de Cristo. Deus chama homens e mulheres para o seu serviço na seara santa, sem distinção de cor, sexo, ou nacionalidade.

V.A Bíblia destaca várias mulheres que foram usadas poderosamente por Deus.

Ao lermos a Bíblia, percebemos inúmeros textos que relatam o importante trabalho desempenhado por mulheres em vários momentos históricos experimentados tanto por Israel quanto pela Igreja do Senhor. Várias mulheres desenvolveram o pastoreio tanto em Israel quanto na Igreja. Mulheres que aconselhavam, que visitavam, que oravam, que cuidavam dos crentes, que presidiam igrejas em suas casas, etc. Pastorear é cuidar, zelar, visitar, discipular, acompanhar, é ministrar os sacramentos, é batizar, e isso, algumas mulheres fazem melhor que alguns pastores.

A Bíblia enumera nomes de algumas mulheres consideradas notáveis na história tanto de Israel quanto da Igreja. Em se tratando da história da Igreja, encontramos dezenas de testemunhos que destacam que várias mulheres desempenharam importante papel quanto ao desenvolvimento, edificação e pastoreio da Igreja do Senhor.

Dentre os testemunhos bíblicos sobre o importante trabalho desenvolvidos pelas mulheres, tanto em Israel quanto na Igreja, destacamos:

a)Débora: Juíza – profetisa - conselheira e pastora de Israel (cf. Jz 4.4);
b)Ana: profetisa (cf. Lc 3.36);
c)Hulda: profetisa (cf. Rs 22.14);
d)Noadia: profetisa (cf. Rs 22.14);
e)Filhas de Filipe: profetisas (cf. At 22.9);
f)Rute – ascendente de Jesus Cristo – moabita – (cf. livro de Rute);
g)Júnia – Considerada apóstola pela tradição da Igreja (cf. Rm 16.7 );
h)Miriam: Profetisa (cf. Ex 15.20);
i)Febe: obreira da Igreja, considerado como nobre em talento e honra (cf. Rm 16.1-2);
j)Priscila: obreira da Igreja que dirigia uma igreja que se reunia em sua casa – missionária – discipuladora de Apolo (cf. At 18.26; Rm 16.3);
k)Lídia – abrigava uma igreja em sua casa;
l)A samaritana: mulher evangelista (cf. Jo 4.29);
m)Maria, mãe de Jesus, mulher que acompanhou o surgimento da Igreja e estava presente na primeira reunião de oração de seu estabelecimento, e que exerceu influente ministério junto à comunidade nascente(cf. At 1.14);

Conclusão:

Para concluir este brevíssimo ensaio, repasso aos/às leitores/as, e, em especial, aos opositores ao ministério pastoral feminino, a pergunta motivadora que perpassa todo o texto: Por qual razão Deus não delegaria às mulheres este importante ministério, o ministério pastoral?



O reverendo Marco Antonio de Oliveira é pastor titular da Catedral Metodista do Rio de Janeiro, conferencista, terapeuta de família, psicanalista clínico, especialista e doutorando em Teologia.

Fonte: Portal Elnet


Presbiterianismo festeja 150 anos

Em comemoração aos 150 anos da chegada do Presbiterianismo ao Brasil, vários eventos acontecerão em diversos estados do país. No Rio de Janeiro- capital escolhida para ser palco dos festejos- nesta sexta-feira às 18h, serão inaugurados a Praça João Calvino e o Espaço Guignard, no Centro da cidade, em frente à Catedral Presbiteriana, localizada na rua Silva Jardim.


Na ocasião, será celebrado também o aniversário de 500 anos do nascimento do francês João Calvino, um dos grandes responsáveis pela Reforma Protestante. O evento contará com a participação do prefeito Eduardo Paes e do deputado federal Arolde de Oliveira.


A solenidade contará com a participação do coral africano "Amor do Senhor", formado por 15 congoleses e angolanos todos exilados políticos que foram perseguidos em seus países e escolheram o Brasil para morar, que promete ser a grande atração da festa. No dia 12 de agosto, será o ponto mais alto das comemorações, data da chegada do pastor americano Ashbel Simonton, que introduziu a fé protestante no país.


O Reverendo Ashbel Green Simonton (1833-1867) nasceu em West Hanover, na Pensilvânia. Em 1855, fez sua profissão de fé e ingressou no Seminário de Princeton. Três anos depois, candidatou-se perante a Junta de Missões Estrangeiras da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos para realizar trabalhos missionários no exterior e citou o Brasil como campo de sua preferência. Após ser ordenado, embarcou para o Brasil, chegando ao Rio de Janeiro em 12 de agosto de 1859, aos 26 anos.


No dia 22 de abril de 1860, dirigiu seu primeiro culto em português, e em janeiro de 1862 fundou a Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro. Em 1864, Simonton lançou o primeiro jornal evangélico do país, o Imprensa Evangélica. Ele morreu vítima de febre amarela, aos 34 anos.


A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) surgiu em 1859, fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos. O nome decorre do fato de ela ser administrada por presbíteros, eleitos pelas igrejas locais. Estas igrejas são governadas por um Conselho, que integram, respectivamente, os Presbitérios, os Sínodos e o Supremo Concílio. A IPB é herdeira do pensamento do reformador João Calvino, que no século XVI, em Genebra, deu seguimento à Reforma Protestante iniciada por Martinho Lutero, na Alemanha.


Fonte: Portal Elnet



5/07/2009

Como manter o filho na igreja II

A ordem de Deus é imutável, mas está cada vez mais difícil 'ensinar o Caminho'

PARTE II


DIÁLOGO É FUNDAMENTAL


A experiência de Gerson e Aline também mostrou que o diálogo franco e honesto, desde criança, estabelece um vínculo saudável entre pais e filhos. No entanto, muitos resistem à idéia da conversa aberta com medo de perder controle e autoridade. “Não gostamos de ser questionados por filhos e nem que eles apontem nossos erros. Mas eles precisam compartilhar conosco suas experiências, problemas, expectativas, anseios, medos, frustrações, decepções, segredos, alegrias, etc.”, explicou o pedagogo e escritor Marcos Tuler, chefe do Setor de Educação Cristã da Editora Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD).

Outro ponto relevante nessa caminhada de ensino aos filhos é a imposição – ou indiferença dos pais em relação ao pensamento dos filhos –, que pode causar um sentimento de distanciamento e descrédito. É preciso, antes de tudo, respeitar o que os filhos pensam.

Esse é o princípio do livre arbítrio. O pastor Josué Gonçalves, escritor especializado na área de família, mostra que o diálogo produtivo entre pais e filhos, no que se refere ao Evangelho, ocorre quando os pais respeitam o direito dos filhos de escolher. Ele afirmou que pais podem convencer o filho com a verdade, se esta verdade não for imposta.

Mas a etapa mais difícil de criar os filhos deságua na tão discutida adolescência. É nessa fase, ressaltou Marcos Tuler, que os filhos têm muitos conflitos emocionais, são inseguros e inconstantes. “E porestarem passando pelo período de maior abstração e reflexão dos conhecimentos recebidos, são facilmente influenciados pelas filosofias anticristãs.” É também o que confirma a experiência do pastor Edílson Lopes e sua esposa Regina Sartori, da Assembléia de Deus, em Arenápolis (MT), que são pais de três filhos: João Ricardo (18 anos), Keren (16) e Filipe (19). Todos atingiram a fase da adolescência quase simultaneamente. Segundo Lopes, conseguir mantêlos na igreja foi uma tarefa difícil, mesmo com sua vocação pastoral.

É também na fase da adolescência que o exemplo dos pais em relação à prática da fé cristã é colocado à prova. Para a jovem Keren Sartori, a conduta dos pais foi de fundamental importância para que ela continuasse nesse caminho quando se sentiu frágil. “Foi difícil passar pela cobrança da igreja, mas minha mãe e meu pai sempre conseguiram me mostrar o que é ser crente. É muito além de ir à igreja. E isso me ajuda a permanecer na fé e a querer me parecer com eles”, reconheceu. Ou seja, os atos precisam condizer com o discurso dentro de casa. “Se os pais estão convictos de sua fé, os filhos se sentem seguros e desejam acompanhá-los em suas escolhas e decisões.


Continua...

PARTE III
PARTE IV


Fonte: Portal Elnet

3/17/2009

Pastora expulsa de comunidade

Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia obrigam religiosa a se mudar

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo, deram 24 horas para Mary Elizabeth Ortega Calderon, pastora da igreja Quadrangular, deixar sua comunidade. A ofensiva aconteceu em 15 de fevereiro, alguns dias após um culto evangelístico em Tiwy.

Ela foi forçada a se mudar com sua filha e três netos. Pelos últimos três anos, as guerrilhas proibiram eventos religiosos ao ar livre e cultos em igrejas.

Presentes no evento estavam convertidos e convidados, entre os quais, guerrilheiros infiltrados. Os espiões falaram sobre a reunião para o líder da FARC-EP local.

Maria Elizabeth tem uma visão de levar as Boas Novas entre os habitantes de Tiwy, e realizou esse evento mesmo entre os membros da milícia (guerrilhas que trabalham em áreas urbanas, mas se vestem como civis). Ela é pastora da igreja há dois anos, e apesar de ter recebido avisos para não evangelizar, essas ameaças nunca chegaram ao ponto de forçá-la a sair da comunidade.

As guerrilhas disseram que não iriam matá-la devido aos problemas com os responsáveis por direitos humanos da área. A FARC-EP espera fortalecer sua imagem ante a comunidade internacional como grupo revolucionário, e não criminoso.

A Portas Abertas Internacional providenciou para Mary três meses de alimentação e ajuda financeira, para o aluguel e para que sua família se estabeleça em um local seguro.

Apesar disso, a Colômbia não está na lista dos 50 países mais intolerantes ao cristianismo. Oficialmente, o país é Cristão (98% com 2% para outra religiões), com 40,6 milhões de fiéis (católicos e protestantes). Há liberdade de culto. A evangelização e a conversão religiosa são permitidas, com exceção entre os grupos armados ilegais


A Igreja na Colômbia

O crescimento da Igreja é significativo. As guerrilhas, os cartéis do narcotráfico, o corporativismo corrupto do governo e as religiões tradicionais continuam a testar a fé dos novos convertidos. Aqueles que se convertem são considerados traidores, e alguns são assassinados. Missionários são ameaçados, seqüestrados e às vezes mortos. Muitos cristãos são martirizados por assumirem posições contrárias ao crime.

A Igreja evangélica da Colômbia é formada por cinco milhões de membros, dos quais 20%, um milhão, formam a Igreja Perseguida. Quinhentos mil cristãos perseguidos vivem entre os desalojados (campos de refugiados ou abrigos) em extrema pobreza. Os outros 500 mil vivem em áreas de conflito controladas pelos grupos armados ilegais. Estatísticas do Conselho Evangélico de Igrejas da Colômbia indicam que mais de 400 igrejas já foram fechadas, e cerca de 150 pastores foram assassinados pelos subversivos desde 1998.

Após o fracasso dos acordos de paz entre governo e guerrilhas, os rebeldes se recusaram a sair da região. As igrejas continuaram fechadas e a pregação do evangelho, restrita. Diversas pessoas passaram a cooperar com os grupos subversivos, entre elas estava Jenifer. Ela acabou trabalhando para eles, preparando-lhes refeições e transportando drogas, entre outras coisas. Da mesma forma, alguns de seus irmãos e sobrinhos acabaram se tornando colaboradores ou, até mesmo, rebeldes.

Naqueles dias, Jenifer conheceu um cristão que era coordenador da Portas Abertas na região. Jenifer desejava mudanças em sua vida, mas já estava envolvida demais com os rebeldes.

Ela tentou fugir, mas foi impedida pelos paramilitares. O obreiro conseguiu conversar com eles, e obter permissão para Jenifer continuar onde estava. Algum tempo se passou, e ela se tornou íntima das Escrituras, criando seus filhos nos caminhos do Senhor. Envolveu-se com a igreja e a distribuição de Bíblias, falando com convicção sobre o amor de Cristo. Até ganhou um de seus sobrinhos rebeldes para o Senhor.

Quando a guerrilha soube que Jenifer evangelizava rebeldes, ofereceu-lhe dinheiro e poder para ela voltar à guerrilha. No entanto, a jovem estava feliz com seu Salvador, certa de que jamais serviria às trevas de novo. Ao ouvir a recusa da moça, e sua intenção de continuar a evangelizar, Jenifer foi acrescentada à lista-negra da guerrilha. No dia 7 de julho de 2006, eles invadiram a vila e a assassinaram friamente.



Fonte: Portal Elnet

Como manter o filho na igreja I

A ordem de Deus é imutável, mas está cada vez mais difícil 'ensinar o Caminho'

Noemi Vieira – Revista Enfoque Gospel

PARTE I

Desde os primórdios da humanidade, a família tem sido a base principal da sociedade. Os costumes, os comportamentos e até mesmo os cenários se modificam com o passar dos séculos. Mas o papel que a família exerce permanece essencial. É desse pequeno núcleo que vem a formação de caráter de uma pessoa e até mesmo de sua personalidade. E, nesse contexto, é preciso destacar a importância da educação religiosa dentro de muitas casas, especialmente, nos lares evangélicos.

O assunto adquire grande destaque. Até porque, biblicamente falando, existe uma responsabilidade dada aos pais sobre a continuidade dos valores cristãos dentro de casa, conforme o trecho em Provérbios: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele”. Neste tempo, a missão de educar um filho segundo os princípios cristãos e fazê-lo permanecer na fé depois de adulto continua valendo, embora essa tarefa seja cada dia mais complexa. Influências diversas dos meios de comunicação, das escolas, da internet, etc., podem provocar desvios de comportamento, gerando mudanças de interesse e de atitudes. Nesse sentido, é fundamental descobrir a resposta para uma questão: qual o método mais eficaz para criar os filhos dentro da igreja?


A INFÂNCIA

Não há uma regra única e infalível para responder à pergunta, mas psicólogos, educadores, pais e pastores concordam em, pelo menos, um ponto: tudo começa na infância. “Até os 7 anos, a criança está em formação da sua personalidade. A criança pequena é como uma esponja, pois absorve tudo o que lhe é ensinado. O que aprende nessa fase, vai levar para o resto da vida. Quanto mais cedo conviver com a idéia de Deus, certamente isso será apreendido de forma mais profunda”, explicou a psicóloga Elizabeth Pimentel, autora do livro “O poder da palavra dos pais” (Hagnos).

O casal Gerson e Aline Daminelli, membros da Igreja Batista e pais de Camila (18 anos), Priscila (16) e Isabela (7), é exemplo de como a educação religiosa durante a infância pode ser eficaz. Ambos são “frutos de lar cristão” e, assim como aprenderam com os pais, começaram a educar suas filhas no cristianismo desde cedo. “Num primeiro momento, a gente sempre as levava, incentivava e acompanhava à igreja. Quando elas emburravam, a gente obrigava, sempre mostrando a elas o prazer de ir à Casa do Senhor”, afirmou Aline.

É claro que esse processo não aconteceu automaticamente. Uma das estratégias para conseguir manter a família unida numa mesma fé foi, segundo o casal, a confiança estabelecida com as filhas. “Nossa relação com as meninas é de extrema confiança. E isso é coisa que se conquista. Você vai acompanhando, educando, participando, ouvindo e deixando com elas a tomada de decisão em relação às questões da vida.” Gerson também diz que a imposição não é usada, mas, sim, o aconselhamento.


Continua...

2/04/2009

Veja publica matéria sobre música cristã no Brasil



Fernanda Brum, Aline Barros e Oficina G3, que fazem parte do cast da MK Music, estão na revista Veja desta semana - uma das publicações mais lidas e influentes no Brasil. A edição 2098, que chegou às bancas neste sábado 31/01, traz matéria sobre a música religiosa no país.

Em seis páginas, os repórteres Marcelo Marthe e Sérgio Martins analisam o segmento católico e evangélico, a sua força e alguns de seus principais representantes. A MK é a única gravadora com três nomes em destaque.

"Enquanto a indústria fonográfica laica se encontra estagnada, esse mercado – tanto em sua vertente católica quanto na evangélica – desconhece a crise. E, aos poucos, demole o muro que o separa das paradas", afirmam os jornalistas.

Marthe e Martins definem a cantora e pastora Fernanda Brum como "uma artista de opiniões fortes", dão ênfase ao seu engajamento em causas como o antiaborto e ressaltam sua postura ministerial. "Não conto moedas, penso apenas nas almas que salvei", explicou Fernanda Brum.

A cantora e pastora Aline Barros é apontada pela Veja como o maior fenômeno da música evangélica. E credita ao seu ministério a quebra de algumas barreiras culturais. "Nós, evangélicos, somos pessoas normais que simplesmente decidiram viver para Jesus de forma linda. Para mim, isso é um privilégio", compartilhou Aline Barros.

"Um conselho para quem depara com os integrantes do Oficina G3: desconsidere as tatuagens, os cabelos compridos e o som pesado, que fazem com que o grupo angarie fãs até entre os adoradores do Metallica. Juninho Afram (guitarra), Duca Tambasco (baixo), Jean Carllos (teclados) e Mauro Henrique (vocais) são bons meninos", definiu a publicação, que também deu ênfase à qualidade musical da banda.

A revista dedicou também um parágrafo a shows e programações. E ressaltou o Louvorzão, que é organizado pelo Grupo MK de Comunicação: "No lado evangélico, não faltam eventos de grande porte. Festivais como o Louvorzão, realizado no Rio de Janeiro, chegam a reunir 150 000 jovens".

Fonte: Portal Elnet

1/06/2009

Novo CD de Jozyane, Eu Tenho a Promessa (Lançamento 2009)



Eu Tenho a promessa, quinto trabalho de Jozyanne pela MK Music, foi gravado ao vivo no templo da Assembléia de Deus da Penha no Méier em outubro de 2008.

A canção título foi composta por Jozyanne e seu esposo, o pastor da igreja, Odilton, durante um momento de grande tribulação que viveram. Eles oravam e choravam, quando escreveram a letra, que diz: “Nada vai me impedir de chegar ao lugar preparado para mim”. Enquanto entoava o louvor, a cantora ministrava, declarando: “Está selada a promessa de Deus na sua vida”.

Ao todo, são 12 faixas. Várias delas de Anderson Freire (banda Giom), que é amigo pessoal do casal, e também participa do disco cantando com Jozyanne “Pedido de Oração”. Outro dueto no CD acontece na música “Seus Sonhos”, que tem a participação de Jozyelle, irmã de Jozyanne. Por esse e outros motivos, o novo álbum pode ser definido como uma bênção de Deus para a família da cantora. Seu irmão, Josué Lopes, assina a produção musical em parceria com Rafael Castilhol. “Desde o início foi um desafio. Desde o inicio foi um desafio. Eu sempre acompanhei seus trabalhos, e fiquei muito feliz quando ela me convidou. Eu chamei o Rafael para me ajudar e nós fomos muito fiéis ao estilo dela. Foi mais um sonho realizado”, revelou o produtor.

Jozyanne só teve uma preocupação durante a gravação do CD ao vivo. Fazer a vontade de Deus e ver o seu agir. Ao final da gravação, a sensação de dever cumprido e uma enorme gratidão. “Eu estou realizada porque verdadeiramente o Senhor se fez presente aqui. O povo compareceu e foi um culto. Nós louvamos com liberdade em adoração. Estou muito grata ao Senhor. O repertório tem abençoado a minha vida, e eu tenho certeza que vai impactar muitas vidas também”, declarou.

Agora é só conferir o resultado no CD “Eu tenho a promessa”, que será um marco não só na vida de Jozyanne, mas também de todos aqueles que amam a Deus e crêem em Sua fidelidade em cada um de Suas promessas.

1/05/2009

Testemunho do irmão Lazaro - Parte 3


Testemunho do irmão Lazaro - Parte 2


Testemunho do irmão Lazaro - Parte 1

Vídeo com o testemunho do irmão Lázaro, Ex-olodum. Ponto pra Jesus.


Igreja Metodista apela por ajuda para acabar com os conflitos em Gaza


Igreja Metodista apela por ajuda para acabar com os conflitos em Gaza


Enquanto o Ministro da Defesa Israelita declarou “guerra até ao final amargo” contra o Hamas, na Segunda-feira, a Igreja Metodista instou a comunidade internacional a exercer pressão sobre Israel e Gaza para pôr fim à violência.

Pelo menos 315 pessoas foram mortas em três dias de conflitos em que Israel lançou uma feroz campanha militar contra os Palestinianos no Sábado após militantes do Hamas terem disparado mísseis contra cidades do sul de Israel.

Israel tem desde então enviado mais tropas para a fronteira com Gaza e os líderes do Hamas esconderam-se, de acordo com a Associated Press.

O Consultor Político para as Questões Públicas da Igreja Metodista, Steve Hucklesby disse que “O número devastador de mortes resultantes de ataques aéreos Israelitas tem chocado muitos. Ao invés de melhorar a segurança, esta acção por parte de Israel poderá agravar o conflito na região.

“Também é provável que tornará mais difícil reunir os poderes regionais numa procura de soluções.

“Tanto o Hamas como Israel devem responder ao apelo do Conselho de Segurança das Nações Unidas para colocar um fim imediato a todas as operações militares.”

A Igreja Metodista está a pedir à UE, aos EUA e à ONU para intensificar a pressão sobre o Hamas para renunciar à violência.

“Nesta altura do ano, quando a atenção dos Cristãos ao redor do mundo está na Terra Santa oramos por uma liderança corajosa na causa da paz”, disse o Sr. Hucklesby.

Ele avisou que a terrível situação humanitária em Gaza estava irá certamente agravar-se com esta recente crise.

“Antes dos recentes surtos de violência, Gaza já estava a sofrer uma terrível situação humanitária. [Isto] não foi ajudado pelo bloqueio e restrições de Israel aos suprimentos de auxílio”, disse ele.

“Agora, alimentos, combustível e suprimentos médicos são urgentemente necessários.”


Fonte: Gnotícias