10/19/2007

Perseguidor de cristãos se converte

Homem mandou matar missionário, mas acabou se convertendo após uma oração
 
Ana Cleide Pacheco
 
O missionário da Gospel for Ásia (GFA), Prasanth, se reunia freqüentemente com os cristãos de uma aldeia em Himachal Pradesh, na Índia, para a adorar a Deus, apesar de ser perigoso. Ele insistia pois, alguns anos antes, ao compartilhar o Evangelho neste mesmo lugar, 50 pessoas conheceram Jesus.

Lá, havia um ancião chamado Kushan que não gostava de Prasanth nem da mensagem cristã que ele pregava. Ele, inclusive, tentou tudo o que pôde para impedir os cultos da igreja. A última meta de sua vida era interromper aquele jovem missionário de compartilhar o Evangelho. Ele, inclusive, contratou matadores para levar a vida de Prasanth.

Certo dia, Kushan ficou muito doente. Ele tinha fortes dores no peito, não podia ouvir nem beber nada. Sua esposa pedia insistentemente para que o missionário fosse chamado para uma oração. Ele resistia, mas finalmente aceitou a idéia.

Prasanth sabia que Kushan o perseguia, mas pela fé orou fervorosamente por ele. Deus respondeu a oração de Prasanth e Kushan foi completamente curado.

Kushan confessou que Jesus é Senhor e o recebeu como seu Salvador. Hoje, ele e a família freqüentam os cultos.

Agora Kushan ajuda o missionário em todos os sentidos.
 
Fonte: Portal Elnet
 

Visão Celular: Método de Evangelismo ou Heresia?

No meio de tanta polêmica, pastores, líderes e membros de igrejas não sabem qual a posição tomar

Ana Cleide Pacheco


G-12: Eficaz ou não?
Uma das características de grande parte da Igreja Evangélica Brasileira é a sua avidez por novidades. Vários segmentos evangélicos não se contentam mais com a antiga doutrina pregada pelos apóstolos e pais da Igreja — mais tarde defendida pelos Reformadores — e vivem numa busca constante de novidades e modismos doutrinários. Um assunto que ainda gera discussões é a Visão Celular.

Hoje, sete anos após o surgimento do G-12 no Brasil como método de crescimento para a igreja, as opiniões sobre o sistema de células pelo modelo dos 12 continuam gerando polêmica. Para alguns pastores, a visão é a solução para a igreja de Cristo; para outros, um movimento herético. Mas, afinal de contas, o que é o Movimento de Igreja em Células no Modelo dos Doze? Qual a sua similaridade com a igreja em células desenvolvido pelo pastor coreano David Yonggi Cho? Por que os parâmetros e métodos do G-12 ainda estão causando tanta polêmica?

O Movimento de Igrejas em Células no Modelo dos Doze, mais conhecido por G-12 (Grupo dos 12) ou Visão Celular, foi criado pelo pastor colombiano Cézar Castellanos Dominguez, da Missão Carismática Internacional (MCI), em 1991. Isso ocorreu após sua visita à Igreja Central do Evangelho Pleno, do pastor David Yonggi Cho, a maior do mundo, e que funciona com o sistema de células.

De acordo com a visão, a igreja deve ser subdividida em grupos que se reúnem nas casas, onde participam de estudos bíblicos e orações sob a coordenação de um líder. Assim que a célula atinge a meta de 24 membros, é dividida em duas de 12 membros cada, e assim por diante. Dessa forma, o G-12 é tratado como uma estratégia para frutificação rápida e eficaz da igreja, cujo princípio é ganhar, consolidar, discipular e enviar.

Em agosto de 1998, o brasileiro Renê Terra Nova, da Igreja Batista da Restauração de Manaus, participou de um encontro em Bogotá, Colômbia, e, inspirado no trabalho do apóstolo Cézar Castellanos, fundou o Ministério Internacional da Restauração (MIR), do qual é presidente. No final de março de 2005, Terra Nova se desligou do G-12, quando rompeu com Castellanos e adotou para si e sua igreja uma nova nomenclatura – Visão Celular (Movimento Celular, M12). No Brasil, outras duas lideranças significativas, o bispo Robson Rodovalho, fundador do Ministério Comunidade Sara Nossa Terra, e a apóstola Valnice Milhomens, da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, também abraçaram a visão do G-12.

DEUS FACE A FACE

A grande polêmica sobre se o modelo é herético ou não está baseada no "Encontrão" e na forma como os participantes são direcionados a atuar, já que existe uma promessa de que os que participarem estarão face a face com Deus. Antes do "Encontro", entretanto, é necessário que todos passem pelo "Pré-Encontro", que consiste em quatro palestras preparatórias. Nessa ocasião, é pedido a todos sigilo absoluto quanto a tudo que irão ouvir e ver a partir daquele momento. Existe também o "Pós-Encontro", que ratifica o aprendizado.

"A visão traz renovação", diz o bispo Rodovalho. Segundo ele, o fato de algumas pessoas a entenderem como heresia é por não a conhecerem a fundo ou mesmo pelos exageros cometidos por algumas igrejas na hora de aplicá-la. "O 'Encontro' é uma espécie de retiro onde as pessoas que estão chegando à igreja recebem orientações sobre a visão. Durante dois dias e meio falamos sobre batismo com o Espírito Santo, em cura interior, quebra de maldição e maldição hereditária. São doutrinas que, a gente sabe, estão dentro do nosso dia-a-dia. A visão comporta isso. O Pré-encontro, o Encontro e o Pós-encontro dão legalidade para começarmos a entendê-la", explica, ressaltando que tudo o que é feito com exagero traz problemas e distorções.

Mas, para alguns pastores, os problemas vão além de exageros e distorções. Para eles, o "Encontro" torna-se um equívoco quando as pessoas colocam nele suas esperanças de que verão Deus face a face. É o caso do pastor Luiz Roberto dos Santos, da Igreja Batista de Neves, em São Gonçalo, cidade localizada na região metropolitana do Rio de Janeiro. "Não preciso ir ao encontro para analisar o que é certo ou errado. Se vou a um lugar onde Deus haverá de manifestar-se, isto gera uma visão pagã sobre Ele, gera idolatria e uma falsa teologia. Creio em um Deus que não brinca de esconde-esconde e que não se revela através de segredos esotéricos. Ele se manifesta integralmente e totalmente a cada um de nós. Não marca encontro em algum lugar, mas se revela onde nós estamos", disse.

De acordo com Marcio Argachf, autor de um estudo sobre os enganos do movimento, datado de março de 2005, Castellanos revelou aos seus seguidores que, a partir daquele momento, ia querer receber um determinado valor das igrejas que usassem a marca G-12. "Por isso é comum hoje encontrarmos igrejas que não mais usam o termo G-12, mas continuam aplicando os mesmos ensinamentos, ou melhor, distorções doutrinárias aprendidas enquanto seguiam o colombiano", explica Márcio em seu texto. Hoje, é natural ouvir falar em M12, Visão Celular, Igreja em Células, que se utilizam dos mesmos ensinamentos originais do G-12.

Fonte: Portal Elnet

10/05/2007

Dons espirituais

Seja um jovem mais atuante na sua igreja colocando em prática os dons que Deus liberou sobre você

Bruno Barreira

A Igreja é um corpo que necessita da atuação eficaz dos seus membros. Todos devem ajudar de acordo com os dons que o Senhor liberou de maneira específica a cada um, para que o Corpo possa funcionar corretamente. A aplicação coerente da diversidade dos dons que é dada por um só Espírito, faz com que a Igreja seja rica e abundante na graça e no poder de Deus.

É dessa forma que a Igreja torna-se apta a cumprir o seu papel, dado pelo Senhor Jesus Cristo, porque os seus membros não são apenas meros expectadores, mas participantes ativos da obra de Deus. Trata-se da constituição inegável do que Cristo chama de Sal da terra e Luz do mundo. E é importante que o cristão já comece a desenvolver este papel ainda na juventude. É neste dia a dia saudável na igreja, com profunda cooperação, que nascem grandes líderes.

O apóstolo Paulo, por exemplo, exorta a Igreja para que não seja ignorante nesta questão. "Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Vós sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos (...) a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar". (1Coríntios12:1,7-9).

Paulo deixa claro que a unidade é atingida pelo Espírito, que distribui os dons de maneira correta. Cabe, portanto, aos membros aplicá-los da melhor forma possível. "Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino. Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria". (Romanos 12:4-8).

Assunto prazeroso

A consultora e líder pastoral norte-americana, Nancy Ortberg, do Estado da Califórnia (EUA), diz que os dons espirituais constituem um assunto que sempre a deixou fascinada. Em recente artigo a revista Today´s Christian Womam, do grupo de mídia evangélico Christianity Today, com o título "How do I Uncover My Spiritual Gifts?" (Como Eu Posso Descobrir os Meus Dons Espirituais), a especialista dá algumas dicas interessantes para juventude.

"Eu amo esta questão. Descobrir e utilizar nossos dons espirituais é uma das mais excitantes aventuras que uma pessoa pode ter com Deus. A Bíblia diz que o dom espiritual são habilidades que Deus confere a todo adorador para servir e beneficiar o Corpo de Cristo (A Igreja). Passagens como 1Cotíntios 12, Romanos 12 e 1 Pedro 4 nos leva a detalhes específicos sobre o que esses dons são e como eles devem ser usados", expõe Nancy.

A consultora explica que o exercício do dom espiritual se configura numa atividade que traz prazer para o cristão. E este pode ser justamente o caminho para que o jovem encontre a sua função. Algo que o fará ter uma profunda experiência com Cristo. "Está claro que todo dom espiritual é um reflexo da natureza de Deus, que você carrega dentro de si. E é exatamente porque o seu dom espiritual reflete o designo do Senhor e a direção dele para a sua vida, que você irá encontrar uma grande paixão, regozijo e satisfação em expressá-lo. Seu dom espiritual também será marcado pela busca de um grande aprofundamento espiritual em sua vida, porque Deus irá usá-lo de maneira poderosa, conectando você a ELE. Nesse relacionamento, serão expostas as áreas de sua alma que necessitam de perdão e redenção", afirma.

Prestar atenção

Tendo estes princípios em mente, Nancy explica que basta buscá-los. "Note as coisas que energizam você e parecem vir naturalmente. Todo dom espiritual libera indícios. Seu dom espiritual fará com que você reaja de certas maneiras, numa determinada situação. Por exemplo, se existe um problema, pessoas com o dom espiritual de intercessão irão imediatamente dizer 'precisamos orar sobre isso', enquanto aqueles com dom de liderança irão começar a procurar soluções para o problema", exemplifica.

O próximo passo é aplicá-los. "Uma vez que você já tiver informações suficientes para criar uma lista de possíveis dons (até mesmo dons de perdão, evangelismo, encorajamento ou hospitalidade), exercite suas opções. Um ótimo lugar para começar é tomando uma posição de voluntário em sua igreja. No momento em que você começar os testes, você irá discernir no que está indo bem ou não", ressalta.

Nancy Ortberg ressalta ainda que só não podem faltar coragem e determinação nesta empreitada, já que somos os responsáveis pelo empenho de, a cada dia, conhecer mais o Senhor (Oséias 6:3). "Em 2 Timóteo 1:6, o apóstolo Paulo encoraja Timóteo a despertar o dom que existe nele. Nós somos responsáveis pelo desenvolvimento dos nossos dons. Esta dedicação irá mostrar a você como nós podemos ir profundo no relacionamento com Deus, assim que nós descobrimos o dom e passamos a vivê-lo. Como seria a Igreja e o nosso mundo se cada um de nós aplicássemos os dons que Deus nos deu?", finaliza.

Fonte: Portal Elnet

Luta livre para pregar o Evangelho

Um grupo de pastores americanos encontrou uma forma diferente de atrair jovens

Ana Cleide Pacheco

Na pequena cidade de Kingsville, no estado americano do Texas, os pastores cristãos, que também são lutadores profissionais, sobem ao ringue cinco vezes por semana para fazer da religião um hábito para os jovens.

"Nós somos lutadores cristãos. Temos tatuagem, cabelo comprido e amamos o Senhor", diz um dos pastores.

Que afirma que os jovens saem do local dizendo que entenderam o Evangelho de Jesus Cristo por meio da luta livre. "Deus está em toda parte, inclusive na luta livre", afirmam.

Fonte: Portal Elnet